Filosofando…

“Ela está lá no alto para nos lembrar, antes de abrirmos o champanhe e comemorarmos o ano novo.

Que devemos parar e refletir sobre o ano que passou. E lembrar dos nossos triunfos e equívocos, de nossas promessas feitas e não cumpridas, das vezes que nos abrimos para grandes aventuras ou nos fechamos por medo de nos ferirmos.

Porque o ano novo é isto: é ter uma nova chance!

Chance de perdoar.

Fazer melhor, fazer mais, doar mais, amar mais.

E parar de ter medo das coisas e aceitar e aproveitar o que venha a acontecer.

Então, quando a bola descer a meia-noite, e ela descerá, vamos lembrar de ser gentis uns com os outros. Bondosos uns com os outros. E não só hoje, mas o ano inteiro.”

O Filosofando dessa semana foi tirado do filme “New Year’s Eve”.

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Filosofando…

“Em um mundo onde tudo é tão volátil, tão passageiro, tão veloz, muitas pessoas se esquecem que nós, seres humanos, não somos descartáveis.
Escrevo este post depois de ler uma reportagem sobre como é alto o número de pessoas que “devolvem” crianças depois da adoção. Isto mesmo, que “devolvem” o filho adotivo por determinadas características da criança não serem compatíveis com suas expectativas.

Da mesma forma vemos casamentos que duram pouquíssimos meses (as pessoas não tem mais tolerância?), amizades que surgem e acabam num piscar de olhos, pessoas que tem “milhares de amigos” na Internet e talvez nenhum na “vida real”, que adotam um bichinho de estimação e depois “jogam fora” porque está dando “trabalho”.

Se você constrói um relacionamento, de amizade, de amor ou até mesmo profissional, você espera que o outro não o descarte como “algo velho” porque você não tem “mais nada a oferecer”. Pessoas que baseiam seus relacionamentos só naquilo que elas podem ganhar (ou sugar) do outro erguem suas vidas sobre bases frágeis.

Hoje, refletindo sobre isto, lembrei de um poema do escritor Sam Levenson (o texto na íntegra está no fim deste post), onde ele diz: “Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.”
Resgatar pessoas não significa, é claro, você trazer de volta para sua vida aquele ex-namorado canalha que traiu você um monte de vezes e sim perdoar aquela amiga que já lhe pediu desculpas pelo erro cometido. É se reconciliar com seu pai, mãe ou irmão com o qual você brigava na adolescência. É confortar quem procura seu colo.

Procuro cuidar com muito zelo de todos os relacionamentos que fui construindo ao longo da vida. As pessoas que amo, as pessoas com as quais convivo merecem isto.
Não meço o tamanho do carinho que tenho por alguém por causa da sua conta bancária ou das “vantagens” que determinada amizade possa me proporcionar. Tenho medo de pessoas que só são “amigas” de quem tem dinheiro, status ou posição social. Daquelas que acham que há pessoas que não tem “nada a oferecer”, como falei no início do post.

Porque cara garota moderna, acho que todos as pessoas de bem tem algo a oferecer, não importando sua idade, seu poder aquisitivo ou sua escolaridade.
Durante todos os anos que trabalhei como psicóloga, algumas das pessoas que mais me ensinaram (provavelmente sem se darem conta disto) foram justamente aquelas que “não tinham nada a oferecer”: as meninas vítimas de abuso sexual e de maus tratos da Casa Lar que trabalhei como voluntária, meus pequenos pacientes com câncer do setor de quimioterapia do Hospital Infantil Joana de Gusmão, um paciente que não tinha dinheiro, mas doou um rim para a irmã. Pessoas que com suas histórias me ensinarem sobre amor, resiliência, coragem, transformação, caráter, sonhos e fé.

As pessoas não são algo descartável, para as quais podemos virar as costas na primeira dificuldade (e isto também vale para seu bichinho de estimação). Construir uma carreira, uma amizade, um amor, uma família demanda tempo, empenho, paciência, persistência.
Não desista de tudo tão rápido!”

Escrito por Shirley Stamou

Filosofando…

Esse texto está rolando no Facebook.. Gostei, concordo e estou colocando no meu blog!

O que temos visto por aí ???

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes. Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer… Mas???

Chegam sozinhas e saem sozinhas…

Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos…

Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos “personal dancer”, incrível.

E não é só sexo não! Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?

Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama… Sexo de academia … Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão “apenas” dormir abraçadinhos, sem se preocuparem com as posições cabalisticas…

Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção… Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a “sentir”, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós…

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos “ORKUT”, “PAR-PERFEITO” e tantos outros, veja o número de comunidades como: “Quero um amor pra vida toda!”, “Eu sou pra casar!” até a desesperançada “Nasci pra viver sozinho!”

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal “beleza”… Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos…

Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário… Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa…

Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas…

Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados… Mas e daí?

Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado…

“Pague mico”, saia gritando e falando o que sente, demonstre amor…

Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais…

Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida… E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois…

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza?

Um ditado tibetano diz: “Se um problema é grande demais, não pense nele… E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?”

Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado…

O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out… ou in… Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.

Queira do seu lado a mulher inteligente: “Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida”…

Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: “amo você”, “fica comigo”, então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

Estamos com fome de amor…Por Arnaldo Jabor

Filosofando…

“O que você mudaria fisicamente no seu corpo? Eu não mudaria nada, pois tenho princípios e uma boa educação, portanto sou uma mulher bonita por dentro e por fora.”

Leila Lopes – Miss Universo 2011