Mulher: De repente um ser in

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De repente nascemos meninas. Ao redor um quarto cor de rosa com bonecas, laços e fitas. As roupas meigas, os brinquedos domésticos e uma caixinha chamada porta joias. Com o tempo as faixas viram tiaras, as bonecas são trocadas pelo primeiro sutiã e você descobre inesperadamente que já é uma mocinha. Percebe que nem tudo são flores, que o mundo não é um mar de rosas e que na verdade, o mar, uma vez por mês, é de outra cor e causa uma dor incomparável.

De repente você descobre a dor. Seu útero dói uma vez por mês, os pés doem até se acostumarem com os saltos, o couro cabeludo dói ao ser puxado pelo cabeleireiro, o coração dói e você não entende o porquê. Você percebe que nos apaixonamos mais fácil, acreditamos que tudo é possível e que um dia ele vai perceber que você está a fim. Transformamos um “até logo” em “quero te ver depois”, um “que legal a sua roupa” em “você está linda” e “você é demais” em “acho que estou apaixonado”. Mas quando ele diz “não gosto mais de você”, dói de um jeito inexplicável.

De repente você descobre que tem amigas incríveis e que Deus fez elas com muita paciência para ouvir suas histórias serem contadas 3 vezes, com todos os detalhes, para ouvir você chorar e remoer essa tristeza toda vez que ouvir aquela música ou o nome dele. Mas quando a dor passa você lembra o quando é divertido poder brincar com as cores. Um dia é o cabelo, no outro as unhas e no outro dia o cabelo e as unhas da mesma cor. Você compra brincos para combinar com os sapatos, sapatos para combinar com os cintos, cintos para combinar com bolsas, bolsas para combinar com colares e pulseiras. E tudo isso é indispensável.

De repente você troca o vestido da festa de 15 anos pelo vestido do casamento e a calcinha de bichinho pela de rendinha. Você assume que brincar de casinha é realmente muito legal. Você nem lembra como aprendeu todas aquelas atividades, organizações e truques. Quando percebe está fazendo tudo igualzinho a sua mãe. E é nesse momento que você descobre que pode ser uma. Pode planejar ou pela primeira vez fazer uma surpresa a você mesma! Então a brincadeira de boneca ganha vida e sua boneca finalmente pede colo de verdade, chora e sorri um sorriso irresistível.

De repente é você que está pintando todo aquele quarto de rosa outra vez. Você ouve Milton Nascimento e Tom Jobim para decidir se o nome será Maria ou Luiza e por fim coloca Maria Luiza, porque decisão definitivamente não é o nosso forte. E é apenas por essa predestinação da natureza que entre um sapato de salto e uma rasteirinha você escolhe os dois, entre casar e comprar uma bicicleta você vai para a igreja pedalando, entre administração e moda você administra o seu próprio guarda roupa, depois o de todas as suas amigas, e entre o trabalho e seu filho você se multiplica em quatro para poder estar com os dois e com sua casa e seu marido, provando que qualquer físico que afirmar ser impossível 2 corpos ocuparem o mesmo local está completamente equivocado, mas você entende essa dificuldade por ele não ter nascido mulher e isso é indiscutível.

De repente você descobre que ser mulher é isso. É quebrar as leis da Física e ter nome de flor e alergia a elas ao mesmo tempo. É poder escolher tudo e se divertir com apenas uma pequena parte. É gerar dentro de si algo maior que você, mesmo que no início seja invisível aos olhos. E acreditar fielmente em coisas intocáveis, incolores, improváveis e invisíveis como o amor.

Feliz dia Internacional da Mulher.

Beijos,

Thayse

Seja muito bem-vindo 2013!

Aproveitamos o “final do mundo” para saber como está indo nossa vida, que rumo está tomando, se estamos aproveitando do jeito que queremos… Você pensou nisso? Talvez chegamos ao limite do mundo artificial e está na hora de voltar um pouco ao que realmente importa: a educação, o sorriso, a gentileza, ao contato fisico… Enfim, aquelas pequenas coisas e grandes esforços que fazíamos quando o WhatsApp não existia. Concordam?

Vi esse vídeo no blog Sonhos de Crepom e acho que não vejo uma forma melhor de mostrar como estamos vivendo. Não adianta reclamar, faça.

Seja muito bem-vindo 2013!

Beijos,

Thayse

Por Juliana Baron: 21.12 – E que venha o fim do mundo!

E o suposto fim do mundo virou a maior piada. Confesso que nunca dei muita atenção para esse assunto, mas depois que ouvi que na verdade a próxima sexta feira, segundo o povo maia, significa o fim de um ciclo e a chegada de mudanças, decidi pesquisar a respeito. Depois de ler algumas reportagens sobre o assunto, entendi que o que aconteceu foi uma interpretação errônea de um dos calendários Maias. Não vou me ater a detalhes, mas segundo pesquisadores, 21 de dezembro de 2012 é apenas o último dia de um ciclo completo e não motivo desse alarde todo. O calendário Maia possui dois ciclos distintos, um solar e um lunar, que são representados por duas grandes rodas de pedras. Como a roda solar é maior e circunscreve a lunar, que é menor, evidentemente esta última completa os seus ciclos mais rapidamente. Então, depois de alguns anos as duas rodas, os dois ciclos, acabam por coincidir e é dado início a uma nova contagem. E é exatamente isso que vai acontecer no próximo dia 21.

Bom, pontos de vistas à parte, eu prefiro acreditar nessa teoria. Não tenho muita paciência para superstições exageradas e se o mundo acabar mesmo, prefiro que seja comigo vivendo minha vida normalmente. Como digo constantemente aos meus que eu os amo, como venho buscando ser uma pessoa melhor, qualquer outra atitude seria quase que uma farsa. Um ato praticado por receio de morrer sem tê-lo feito. Nada verdadeiro. Porque as pessoas precisam tomar conhecimento de um suposto final dos tempos para enumerar tudo o que sempre quiseram fazer e não fizeram? Quem sabe você até deva fazer uma lista dessas, mas como uma maneira de elencar metas que pretende atingir no ano que vem. Tenho certeza de que enxergar a próxima sexta feira como uma data limítrofe para o seu antigo mundo, o seu antigo modo de ver a vida acabar, lhe será mais benéfico e proveitoso do que viver às voltas com medo de ameaças apenas suspeitas.

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Não sou muito fã do estilo do livro “O Segredo”, porque tenho uma queda pelo poder de um pensamento negativo e porque acho muito fictício e utópico essa ideia de ser sempre positivo, de mandar sorrisos para o mundo, esperando que ele também sorria pra você. Mas dele, que foi um livro que popularizou essa coisa do pensamento positivo, aquele que depende somente de você, sempre pesco e priorizo justamente esse foco, de que o mundo é um reflexo das suas reações. Que quando você diz “sim” pra si mesmo, os outros também dirão. Que quando você se apropria das suas escolhas, quando você se impõe e incorpora a verdade de que você é responsável somente por você mesmo, tudo ao ser redor fluirá e, não por acaso, conspirará ao seu favor. Claro que tomar consciência dessa imensa responsabilidade exige um preço. Não poder mais culpar os outros pelas suas atitudes ou ausência delas, dá mais trabalho. Reconhecer que tudo que você diz que não dá certo pra você, é puro resultado da maneira como você vem conduzindo a sua vida, dá vontade de chorar ou se enfiar num quarto escuro, longe de espelhos, de preferência.

Mas tomar o domínio do seu self, do seu eu interior é tão grandioso. Sabe aquela coisa do “não tem preço”? Não tem preço você se libertar do que é dos outros, você poder fazer suas próprias escolhas e consequentemente viver plena e feliz.

Quem sabe o tal do fim do mundo não seja uma oportunidade pra você começar do zero? Não seja a chance que você vinha querendo de encarar e dar início a todas essas mudanças? Aos poucos, devagar, porque como escuto muito na minha terapia de mulheres “A alma é lenta, mas é sábia”. Pode parecer que ela demora pra reconhecer mudanças, mas podem ter certeza que a partir do dia em que você começar, a sua alma também embarcará junto.

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Tenho pra mim que 2012 foi o ano mais importante para mim quando se fala em mudanças. Não mudei de casa, não mudei de marido, não mudei de emprego, mas mudei como pessoa.  E nada mais genial do que considerar que no dia 21 definitivamente encerro um ciclo e dou início à uma nova vida, de carona com o calendário Maia.

Ontem efetivei minha matrícula no Curso de Psicologia e apesar de saber que o meu próximo ano será uma loucura, um período de exclusiva “plantação”, o sorriso que se acomodou na minha boca desde então, insiste em permanecer até agora. E mesmo em meio a um cansaço insano por conta do fuzuê que se faz na minha vida hoje por essa coisa de final de ano (e não do mundo), estou feliz, feliz, feliz! Porque como eu falei pra vocês, tomar as rédeas da sua vida é como uma propaganda da Mastercard, NÃO TEM PREÇO!

Essa é a minha última postagem desse ano porque não posso me comprometer em escrever a partir da semana que vem, quando me mudo para a praia e fico praticamente sem internet. Então queria muito deixar essa mensagem. Não é conselho porque esse foi outro ensinamento do meu ano em terapias. Só devemos ajudar àqueles que nos solicitam. O contrário, é você tirar a dignidade da pessoa de se virar sozinha. Mas conhecimento deve ser compartilhado e essa é a mensagem que eu deixo pra vocês, principalmente, as mulheres, que tem o costume de querer abraçar o mundo. Tomem as rédeas dessa carruagem “mara” que são as suas vidas. Escolham, recusem, permitam-se, reconheçam, agradeçam, reflitam e sejam muito, mas muito feliz. Mas daquela felicidade verdadeira, merecida, sabem?

Ano que vem volto mensalmente porque filho, marido, casa, faculdade, trabalho, escrever em cinco blogs e ser feliz, demandam tempo! E me apropriando do meu domínio, fiz escolhas e uma delas, foi reconhecer o meu limite e planejar a minha vida. Porque na vida ou você caça, ou vira caça, lembram? Ou você planeja, escolhe, ou os outros farão isso por você!

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Beijo beijo e feliz 2013 pra todas vocês, mulheres lindas!

Viajar é se permitir – Por Juliana Baron

Cheguei de viagem na quinta passada e acho que ainda não consegui absorver todas as informações do último mês. Amanhã já vai fazer um mês do casamento e eu mal consegui olhar com calma as fotos que a fotógrafa postou no seu blog.  Foram muitas emoções e muitas novidades em pouco tempo. Mas apesar da correria, o sentimento que, com certeza, predomina, é o de extrema felicidade.

Ainda não consegui inspiração suficiente pra escrever de verdade e o João, por causa da saudade, esta super grudado em mim. Então, mal consigo tempo pra sentar com calma na frente do computador. Mas vim aqui rapidinho, dizer o quanto foi importante essa coisa de lua de mel, principalmente pra quem, assim como nós, inverteu a ordem dos fatores e já tem um filho e como eu redescobri a delícia que é viajar.

Confesso que nunca fui uma pessoa aficionada por viagens. Claro que eu adoro, mas não sou daquelas que economiza no dia a dia, a fim de poder viajar mais. Ou, alguém que se ficar um tempo sem viajar, quase morre de vontade. Mas também confesso que redescobri nesses últimos 18 dias perambulando pela Europa, o quanto é importante às vezes nos desligarmos da rotina (até pra sentir falta dela) e o quanto conhecer novas culturas é engrandecedor.

Saindo de Floripa

Já sabia que muitas lições da vida, aprendemos mesmo na prática. Mas fiquei impressionada em como aprendemos mais sobre viagens, viajando! Eu nunca tinha ido pra Europa e aprendi que até viajando pra lá, por exemplo, não vale a pena levar muita roupa, porque lá também existem lojas especializadas naquelas roupas básicas e com preço bacana. Praticamente todas as roupas que eu levei, nem usei. Primeiro porque fez um frio fora do sério, segundo, porque até as roupas de frio que eu levei, não davam conta do frio europeu e terceiro porque comprar roupas novas por menos da metade do que é no Brasil, e usar na viagem, é bem mais legal.

De casaco novo (achado da Benetton) em Estrasburgo.

Grande parte da viagem, eu já tinha meio que planejado antes da ida. E apesar disso ter ajudado em muito o nosso maior aproveitamento dos dias, percebi que o segredo é você enumerar o que não quer deixar de ver num lugar, mas chegando lá, sentir o ritmo da cidade e então bolar um roteiro do que fazer ao longo dos dias. Porque por mais que façamos um cronograma, é chegando no Hotel, vendo a sua localização, como funcionam os meios de transporte da cidade, o seu ritmo de cansaço naqueles dias, o tempo, que você realmente vai conseguir saber o que fará dali em diante.

Comprar ingressos de museus e atrações antecipados também ajuda muito!!! Mas o bom são aqueles com dias indefinidos, porque os que vem com dia e horário marcados, te condicionam e te limitam muito. Antes de viajarmos, por exemplo, eu tinha comprado o ingresso da London Eye, porque lia muito sobre as longas filas. Só que eu comprei para o dia em que chegamos e com hora marcada. Não preciso nem dizer que quase morremos de tanto correr pra chegar na hora certa e o quanto estávamos exaustos. Além do que, o dia estava super nublado, mas pra mudar de dia e hora, teríamos que pagar uma diferença de preço e alterar todo o roteiro dos nossos próximos dias de viagem.

Tudo apagado da London Eye.

Mas já para o Louvre, comprar o ingresso antecipado (dois dias antes) e que não tinha nem dia e nem hora definidos, nos isentou de pegar a longa fila da compra de ingresso.

 Louvre

Outra coisa legal que descobri nessa viagem, e já antes dela, foram os blogs especializados de cada cidade. Neles dá pra encontrar dicas SUPER bacanas de brasileiros que moram nas cidades, ou sejam, sabem como elas funcionam na prática. Sobre Londres, eu pesquisei muito no “Londres para Principiantes” . Lá eu li sobre os metrôs, sobre como chegar nas principais atrações e foi de uma dica que eu li lá, que eu contratei um transfer para nos pegar no aeroporto e nos levar ao Hotel no dia em que chegamos. Essa foi uma dica ótima, porque chegar numa cidade desconhecida, depois de horas apertado numa poltrona e ainda ter que pensar sobre como chegar no Hotel, é um saco. Então, quando chegamos, lá estava nosso motorista, um afro-britânico (como ele mesmo se intitulou, já que nasceu na Inglaterra mas morou muitos anos na África), super simpático, que carregou nossas malas, bateu um super papo e nos deixou na porta do Hotel. Tudo isso num esquema fechado pelo site Simply Airport.

Sobre Amsterdã eu pesquisei muito no blog “Ducs Amsterdan” e sobre Paris, tirei muitas dicas boas do “Conexão Paris” . Aprendi a não pegar fila no Louvre, a como planejar nosso dia na cidade e de lá também contratei um motorista que nos levou do Hotel para o aeroporto. E isso foi o melhor dinheiro gasto em toda a viagem. Depois de 18 dias, já estávamos exaustos de tanto andar e carregar tralhas e malas. Já estávamos com duas malas cada um e mais algumas mochilas e sacolas, então, metrô ou ônibus estavam completamente descartados. E quem já foi pra lá sabe o quanto, às vezes, os franceses podem ser mal humorados e não se esforçar nem um pouco para entender o que queremos dizer. Assim, pegar um táxi também não estava nos nossos planos então, contratamos o Marcos (retiramos as informações dele DAQUI e assim que mandei um email, obtive a resposta), que superou todas as nossas expectativas. Porque um brasileiro, te pegar na porta do Hotel, com um carro enorme e mega confortável, acomodar todas as suas bagagens, ser super simpático e conversar sobre a cidade e a sua vida até o aeroporto, colocar suas malas no carrinho, te ajudar a com aquela chatice de burocracia do retorno das taxas (ele desceu comigo, me explicou o que eu tinha que entregar, com quais vias eu ficava, o que colocava no Correio, discutiu, num francês perfeito, com os franceses ranzinzas, que trabalhavam lá, e descobriu que a menor fila era na verdade a que todo mundo queria estar, subiu de volta comigo e depois que entramos na fila do check in, foi embora), não tem preço. Preciso explicar o porquê de os 80 euros pagos pelo serviço dele, terem sido um dos melhores gastos da nossa viagem? Não, né. Quem viaja sabe o quanto, depois de 18 dias longe de casa, já estamos loucos pra voltar e o quanto, muitas vezes, estamos cansados de ser mal atendidos ou não compreendidos.

Enfim, descobri que viajar sem grandes planos, pra mim, é o melhor estilo de viagem. Porque tudo bem que devemos conhecer o máximo que pudermos de cada lugar. Mas também precisamos respeitar o nosso corpo e aproveitar os lugares, sentados na mesa de um café, bebendo e conversando, por exemplo.

Café em Amsterdã.

Café em Paris

Acordar de manhã, na hora que o corpo pedir, abrir o livro da cidade (pra mim os da Folha são os melhores) e pensar no que vamos conhecer naquele dia, foi muito bom, meio que libertador daquela cobrança de horários e imposições. Andar pelas ruas, descobrir lojinhas escondidas, mercados de antiguidades que não estão no mapa, restaurantes que não fazem parte de catálogos, mas onde estão as melhores comidas e os atendentes mais simpáticos que você já viu.

Mercado de Pulgas em Amsterdã.

 Antiga Livraria em Paris

 Praça que cruzei sem querer em Paris.

Descobri que viajar é se permitir.

Permitir-se comer sem contar calorias, permitir-se andar até os seus pés arderem de tanta dor, permitir-se comprar tudo que lhe agrada, permitir-se conhecer pessoas novas (fizemos amizade com um casal em Amsterdã, que depois vimos de novo em Paris, que certamente levaremos pra vida toda), permitir-se dançar no meio da rua e sorrir, sem motivo. Porque na verdade, ter a oportunidade de conhecer outros lugares e outras culturas, já é um grande motivo pra se sentir feliz.

Momento romântico na Torre Eiffel.

E a boa companhia também ajuda muito. Eu brinco que descobri mais uma qualidade do Marco, um grande companheiro de viagem. Porque não deve ser muito bacana quando o casal tem ritmo e gostos diferentes. Sempre que eu estava cansada e queria sentar num café, ele também queria, quando um entrava numa loja pra olhar as coisas com calma, o outro respeitava e esperava, quando eu enchia o saco de tanto ver Museus e Igrejas e desistia no

meio do percurso dos guias, ele também já estava querendo a mesma coisa. Óbvio que tivemos aqueles momentos não tão românticos, afinal, podemos dizer que ficamos 18 dias grudados e esse por si só já seria um motivo de brigas. E também tinha o cansaço e tal. Mas ficamos super bem e curtimos demais um ao outro. Como eu engravidei, em seguida fomos morar juntos, depois o João nasceu e toda a correria do dia a dia se iniciou, quase não tínhamos ficado muito tempo só nós dois assim, viajando. Então, o casamento, seus preparativos, os sentimentos bons que vieram com ele e essa viagem, só serviram para solidificar e melhorar ainda mais nosso relacionamento.

Como peguei muitas dicas legais e práticas das cidades por onde passamos (Londres, Amsterdã, Bruxelas, Colônia, Luxemburgo, Estrasburgo e Paris) em blogs, como falei ali em cima, ainda quero falar um pouquinho sobre cada lugar e dar a minha opinião sobre tudo o que vimos e vivemos. Mas pra isso preciso de alguns dias, preciso reorganizar minha vida, minhas ideias, minha casa, pra então viajar de novo, arrumando as fotos e escrevendo sobre a viagem.

Espero que vocês tenham ficado bem.

Sábado fui ao Chá da Pera, que esta de endereço novo, e nem preciso dizer, que mesmo não tendo participado da sua organização e estando alheia a todas as novidades que a Thayse postou nos últimos dias, adorei as peças e saí com algumas de lá. Comprei dois shorts que amei!!!

Até semana que vem.

Beijo beijo

Amarelo e Rosa

Hello sexta-feira!

Véspera de Chá e quase tudo pronto meninas! E para lembrá-las que amanhã é a partir das 10h da manhã e a sala onde estará sendo realizado o Chá fica no Meridian Office na Trindade – sala 703!

Regata e saia Pera l Maxi Luíza Paludo l Sapato Martinez

**Fotos Poliana Motta

Essa estampa estilo Missoni está um arraso né meninas? Estou esperando por todas vocês! E logo mais estarei postando as ganhadoras do sorteio!

Beijinhos!

Hora da leitura…

Bom dia!!

Faz tempo que não posto livros aqui né, estou dando preferência aos looks. Acompanho os acessos e vejo que é preferência “nacional” ;).

Hoje a dica é o livro que está sendo febre em todas as livrarias, redes sociais e em revistas:

Cinquenta tons de cinza

Que livro viu? Muito bom! Tem quem esteja amando e quem já esteja achando muito forte. Confesso que enquanto estava esperando para comprar li várias criticas sobre o livro e fiquei um pouco dividida, mas decidi ler. O livro tem tudo que falam (detalhes, mais detalhes sobre sexo sim) porém tem toda a história por trás disso.

A obra da autora é uma trilogia e aqui no Brasil para quem quiser ler só tem traduzido até o segundo livro. Em novembro estará chegando a versão traduzida. Eu li o primeiro em quatro dias e vou esperar um pouco para começar o segundo. Como isso é possível? Simples, a partir do momento que você começa a ler, você se desliga do mundo e não quer sair mais de casa.

Uma ótima leiura.

Beijos