Flores e flores…

Olá girls!

Tudo bem?

Hoje o look é bem descontraído, lindo e fofo! Trouxe para vocês uma maneira de usar uma camisa para um encontrinho com as amigas. Deixando o salto de lado, coloquei uma sapatilha para dar um ar não menos sofisticado mas sim, um look confortável.

Camisa Pera l Saia MOB l Sapatilha Bottero l Maxi Marina Gasparotto

**Fotos Poliana Motta

Gostaram da produção?

Os looks que irei postar a partir de hoje, são peças que vocês encontrarão no próximo Chá. Aguardem muitas novidades!

Beijos!

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Elas vestem Pera

Oioioi!

Hoje o Elas vestem Pera é com a Bárbara Freitag, ela já apareceu aqui no blog há um tempo atrás. Ela é uma das minhas clientes fofa do Rio de Janeiro e mandou fotos bacanas das férias dela e é claro, vestindo Pera. Vamos conferir!

Reischtag – Parlamento Alemão

Portão de Brademburgo

No pedaço do muro de Berlim

Marca no chão mostrando por onde passava o muro

Com o meu amor na praça

E tomando um chopp, é claro!

Camisa de veludo Pera

Que lugares hein Bá e tenho certeza que você aproveitou muito!

Para acompanhar mais sobre o mundo da Bá entre viagens e sabores ela também tem um blog onde ela relata suas experiências e também dá dicas sobre inúmeros lugares e restaurantes. Clique aqui!

Beijos

Neon

Oi sexta-feira!

Tudo bem? Qual é a programação meninas?

E para inspirar esse friozinho que chegou sem pedir licença, o look é a camisa neon com um shortinho de lãzinha.

Camisa Pera l Short e Colar AIA l Sapato Schultz

**Fotos Poliana Motta

Gostaram do look meninas? Eu gostei da mistura do amarelo com o azul. Ficou um look discreto porém que chama a atenção, concordam?

Um ótimo final de semana.

Beijos!

Vermelho e Rosa

Bom dia girls,

Tudo bem?

O look de hoje é bem verão e fresquinho. Eu adorei esse look e quero ele todinho pra mim. Por mais que pareça uma peça de inverno, o couro estará super em alta no verão! Seja ele na cor preta, camelo e em cores vivas. E para dar um ar mais leve, coloquei a regatinha de algodão e estampada.

Regatinha Pera l Short e Cinto AIA l Sapato Martinez

**Fotos Poliana Motta

Gostaram do look? Essa regatinha também tem na cor da camisa que foi postada aqui!

Beijinhos e até amanhã sexta-feira ♥

Hora da leitura…

Bom dia!!

Faz tempo que não posto livros aqui né, estou dando preferência aos looks. Acompanho os acessos e vejo que é preferência “nacional” ;).

Hoje a dica é o livro que está sendo febre em todas as livrarias, redes sociais e em revistas:

Cinquenta tons de cinza

Que livro viu? Muito bom! Tem quem esteja amando e quem já esteja achando muito forte. Confesso que enquanto estava esperando para comprar li várias criticas sobre o livro e fiquei um pouco dividida, mas decidi ler. O livro tem tudo que falam (detalhes, mais detalhes sobre sexo sim) porém tem toda a história por trás disso.

A obra da autora é uma trilogia e aqui no Brasil para quem quiser ler só tem traduzido até o segundo livro. Em novembro estará chegando a versão traduzida. Eu li o primeiro em quatro dias e vou esperar um pouco para começar o segundo. Como isso é possível? Simples, a partir do momento que você começa a ler, você se desliga do mundo e não quer sair mais de casa.

Uma ótima leiura.

Beijos

Colorido…

Hello hello!

Tudo bem? Como foram de final de semana? O meu foi ótimo, quem me segue no instagram pode ver algumas fotos que foram postadas.

Hoje o look é com a Perinha que é a cor do verão. Na cor verde-água, fizemos a combinação dela nos tons de rosa, roxo e azul: o resultado ficou lindo.

Camisa Pera l Saia e Cinto AIA l Sandália Schultz

**Fotos Poliana Motta

A proposta do look se encaixa perfeitamente para um aniversário durante o dia, concordam? E gostaram da combinação de cores? Gosto muito do roxo e do rosa no mesmo cenário. E da camisa? Ainda temos algumas peças em estoque.

Beijos e até amanhã!

Por Juliana Baron: do dever de “sentar-se” no relacionamento

A alguns dias do meu casamento, venho tentando refletir sobre o verdadeiro significado desse encontro de duas pessoas, que tem o objetivo comum de construir uma história juntos. Até já falei disso aqui esses dias, num onde contei um pouco sobre o nosso aprendizado durante os dois dias do nosso Curso de Noivos. Mas como a cada dia o “grande dia” se aproxima mais e a nossa convivência, minha e no meu namorido/noivo, vem se intensificando, por conta dos preparativos do casamento, esse assunto se tornou mais recorrente nos nossos momentos de conversa.

Não sei quantas de vocês tem namorado, estão noivas, moram juntos ou já se encontram oficialmente casadas. Mas é sabido que “juntar as escovas de dente” não é uma tarefa assim tão fácil. Colocar duas pessoas, que tem histórias, criações ou até mesmo valores diferentes, para conviverem num mesmo espaço, exige muita paciência e muita tolerância de ambas as partes.  Sempre repito quando converso sobre isso, principalmente com as minhas amigas, que jamais devemos nos anular por causa de ninguém e muito menos almejar mudar uma outra pessoa. Aqui cabe aquela velha frase que diz “Escolha com quais defeitos você consegue conviver”, porque divergências sempre irão existir, mas existem algumas características do outro, que podem ser completamente contrárias aos seus valores mais importantes. Aí, vai de você escolher se consegue conviver com essa disparidade ou se esse esforço não vale a pena.

 Cena do filme “Separados pelo Casamento”

Quando eu digo que não vá pensando que o seu companheiro vai mudar, não estou querendo dizer que ele talvez não possa repensar algumas das suas atitudes, pelo bem maior de estar junto com você. Mas pode ser que ele tenha algumas características, alguns valores pessoais, que são inquestionáveis para ele. Pode ser que ele sempre tenha preservado, por exemplo, a sua vontade de se sentir livre e que jamais vá conseguir abdicar disso, mesmo em prol de um relacionamento bacana. E se você não conseguir lidar com isso ou se esse valor dele ferir algum dos valores intrínsecos à sua pessoa, como se sentir segura, por exemplo, talvez essa relação não vá adiante, de uma forma saudável.

Mas quando acontece de duas pessoas se encontrarem num momento em que estejam buscando os mesmos objetivos, que estejam em perfeita sintonia e que estejam dispostas a se adaptarem às características umas das outras, garanto que até nos momentos de conflito, a relação vicejará e conseguirá transpor qualquer problema que surja no meio do caminho.

 Cena do filme “Comer, Rezar e Amar”

No nosso Curso de Noivos, os palestrantes buscaram frisar muito, a questão de que o casamento nem sempre corre às mil maravilhas. Que ele é bem diferente do que um simples namoro e que a convivência diária, aonde se dividem todas as delícias e as angústias que uma vida a dois traz, muitas vezes pode matar o amor aos poucos, se não for levada de maneira bem consciente.

Eu e o Marco rimos muito durante os exemplos que eles davam, porque já moramos juntos há 3 anos, então  já sabemos mais ou menos como esse enrosco todo funciona. As divergências entre as criações, por exemplo, vão desde aonde se guarda um ovo de galinha, à maneira como se planeja um final de semana. E pode até soar engraçado, mas se o casal não estiver disposto a ser sincero, franco e aberto, um com o outro, cada pequena discussão ou a falta dela, pode fazer com que se construa um enorme muro entre os dois. E é aqui que eu queria chegar.

Cena do filme “Divã”

Quando eu era mais nova e apenas namorava, tinha uma mania de querer discutir tudo o que acontecia entre nós dois. Se ele não me mandava beijo quando desligava o telefone, já queria saber o porquê de ele ter agido assim, se ele não atendia ao telefone, tinha vontade de pegar o carro e ir espiar o que poderia estar acontecendo. Até no começo do nosso “morar juntos”, não conseguia dormir se alguma questão me incomodava e fazia com que as chamadas DR´s tivessem uma conotação apenas negativa, de discussões cansativas, demonstrações de insegurança e de um improvável consenso. Mas com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento como casal e principalmente com o meu amadurecimento como mulher, fui percebendo que nem tudo precisava ser discutido. Aprendi a confiar ao invés de controlar. Aprendi que existem manifestações do outro, que são apenas resultado de um dia ruim, de cansaço, de um problema no trabalho, de uma dor de cabeça ou de uma dúvida, que nada tem a ver com o relacionamento em si. E que às vezes, cinco minutos de silêncio ou uma noite de sono, ao invés de horas de discussão, funcionam como uma espécie de mágica, onde os ânimos se acalmam e até se dá risada de tudo o que aconteceu. Quantas vezes cada um vai pra um cômodo e minutos depois já estamos rindo, pedindo desculpas e se amando muito mais, por perceber que aprendemos a respeitar o momento do outro e por termos nos permitido esse tempo sozinhos. E isso também faz com que problemas alheios ao casamento, não se misturem com o próprio casamento. Se o outro agiu de uma forma áspera, por exemplo, porque estava com a cabeça cheia de trabalho e você não tiver o discernimento de entender e de respeitar esse momento dele, vai tomar aquilo pro lado pessoal e a questão que antes era só dele, vai virar uma grande discussão dos dois.

Frase do filme “Divã”

Porém, todavia, entretanto, também existem situações que devem sim ser discutidas. Porque esse negócio de procurar nunca discutir, de colocar panos quentes em cima de tudo, faz com que, como eu já falei ali em cima, aos poucos, se construa uma muralha entre o casal, que muitas vezes não haverá como ser transposta, mesmo com muita terapia. E é aqui que se enquadra o “Dever de sentar-se” lá do título desse post e do qual tomamos conhecimento durante o Curso de Noivos. Um dos casais que deu um depoimento em um dos dias sugeriu que pelo menos uma vez por mês, o casal sente pra conversar. De coração aberto, claro. Que se comece sempre elogiando as atitudes positivas do outro, durante o mês que se passou, pra depois expor o que vem lhe incomodando. Mas que nesse hora, mesmo que alguma questão importante e controversa esteja acontecendo, os dois se enxerguem como parceiros, como colegas de um mesmo time e jamais como inimigos. Que esse momento flua de uma maneira em que a ideia de compartilhar as questões que vem passando na cabeça de cada um, seja a de estar tendo a oportunidade de chegarem a um consenso e não que estejam ali pra “lavar roupa suja” ou jogar qualquer coisa “na cara um do outro”.

Eu e o Marco ainda não conseguimos um momento específico para sentarmos, mas só de termos ouvido isso e de termos conversado sobre a importância desse tipo de parceria no casamento, já conseguimos melhorar muito a nossa relação. Porque divergências acontecem quase que diariamente. Seja quanto à educação do nosso filho, sobre as nossas finanças familiares, sobre algo que um dos dois disse na frente de alguém, sobre algum comportamento que um dos dois teve. Mas não devemos fazer delas tijolos, que vão se acumulando por causa da rotina e da preguiça de sentar pra conversar. Devemos procurar fazer de cada situação controversa, um passo, no sentido de sempre deixar tudo o que se pensa bem claro, pra que continuemos juntos, andando de mãos dadas, nesse longo trajeto que é um relacionamento a dois.

Ainda não assisti ao filme “Um Divã para dois”, mas já vi o trailer e já conversamos um pouco sobre ele na nossa terapia de grupo. E aquele casal é um exemplo claro de tudo isso que eu estou falando. Se os dois não conversarem sempre, não dividirem as suas angústias, não forem francos e não vibrarem juntos com cada vitória conquistada, o casamento se torna um mero negócio, que vai se levando por questões práticas e não pelo amor que um sente pelo outro.

Cena do filme “Um Divã para Dois”

Quantos casamentos não terminam justamente por essa falta de conversa? Uma simples ausência, que vai acumulando milhares de “coisas por dizer” e que não são ditas, e que ao final só afasta o casal, que até pode se amar, mas que não soube lidar com esse bloqueio.

Então, apesar de ainda ter muita coisa pra aprender, pelo que já vivi e pelo que venho percebendo, existem alguns pontos que devem ser levados em consideração quando se escolhe dividir a sua vida com outra pessoa.

Não ache que depois do casamento você vai conseguir fazer com que o outro mude, porque isso não vai acontecer. Jamais culpe seu companheiro por qualquer atitude ou falta de atitude que você tenha tido: “Eu larguei o meu emprego pra ficar em casa por causa de você”. Não faça ou deixe de fazer alguma coisa, presumindo o que o outro vai pensar, porque nós só sabemos verdadeiramente de nós mesmos e a nossa chance de errar nesse julgamento é de quase 100%: “Eu não te contei isso porque achei que você ia ficar chateado”. Respeite os momentos que são só do seu companheiro e também construa a sua vida paralela ao casamento. Deixe com que ele vá à casa dos amigos assistir ao futebol e não deixe de encontrar com as suas amigas frequentemente. Preserve a sua individualidade e a dele também. Garanto que isso vai fazer com que a relação seja muito mais sadia. Enxergue o outro como um aliado, daquele com quem você pode contar nos momentos que precisa e pra quem você pode confessar as suas angústias internas.

E sorriam, beijem-se, namorem bastante, viajem, conversem, permitam-se ser felizes! Porque essa é a verdadeira graça do casamento, casar tudo isso pra que lá na frente, vocês possam olhar pra trás e se sentirem felizes pelo caminho que percorreram JUNTOS!

Fiquei melosa demais? Deve ser por causa do planejamento do nosso casamento. E que seja, o importante é deixar o amor vicejar e a luz clarear qualquer questão que possa estar obscura.

Boa semana pra todo mundo.

Beijo beijo